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Há palavras que nunca chegam ao destino...fazem uma longa e amarga travessia pela solidão dos sentidos e morrem na escrita destas crónicas.

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Há palavras que nunca chegam ao destino...fazem uma longa e amarga travessia pela solidão dos sentidos e morrem na escrita destas crónicas.

As Mulheres e o Amor – 1000 Frases Apaixonadas

por aspalavrasnuncatedirei, em 03.10.08

 

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Ainda estava a saborear a publicação da Mulher Fantástica  aspalavrasnuncatedirei.blogs.sapo.pt/97243.html quando recebi um convite para uma co-autoria de um livro com uma pessoa multifacetada que é professor, pintor, escritor e é ainda responsável por uma empresa de publicidade no Rio de Janeiro, Marco. A ideia deste livro “luso-brasileiro” é espelhar a sensibilidade das Mulheres, de todas as mulheres que queiram colaborar connosco e que queiram partilhar a sua opinião. Não é necessário, que seja o amor homem/mulher, o que interessa é que seja Amor. Pelos filhos, namorado, marido, amante, natureza, vida... A intenção é recolher, pelo menos, mil frases (sim, leram bem) mil frases femininas sobre este sentimento. Desta forma nasceria uma colectânea com a visão de diferentes mulheres: as mais novas, as adolescentes, as de meia-idade, s conservadoras, as modernas, as radicais, as solteiras, casadas, divorciadas, enamoradas… enfim, a lista poder-se-ia prolongar. Já repararam que há o livro das 1000 Ideias Para Confeccionar Bacalhau, 1000 Receitas de Carne, 1000 Receitas de Peixe, 1000 Receitas da Cozinha Portuguesa 1000 Perguntas de Marketing, 1000 Lugares Para Conhecer Antes de Morrer, 1000 Tatuagens, 1000 Canções e Acordes de Guitarra, os 1000 Heróis de Jogos de Vídeo, 1000 Perguntas e Respostas, 1000 Perguntas Sobre Futebol, 1000 Exercícios de Preparação Física…a lista é interminável, falta apenas As Mulheres e o Amor – 1000 Frases Apaixonadas. Assim sendo venho solicitar a todas as meninas e mulheres que diariamente passam por aqui a vossa colaboração neste projecto. Basta que enviem para sandra_sofiabarbosa@sapo.pt uma frase sobre o amor e coloquem a vossa profissão, idade e o nome (se assim o desejarem). A todas, desde já, o meu muito obrigada pela participação.

 

   

Joe Cocker - You are so beautifuil

Mulher Fantástica - O Livro

por aspalavrasnuncatedirei, em 14.07.08

 

 

 

 

 

Cá está ele! Finalmente os textos que há muito desejávamos ver impressos, não só eu como também os meus visitantes, já podem ser adquiridos. Como fazê-lo?  O leitor pode contactar-me através do e-mail sandra_sofiabarbosa@sapo.pt e ficará a saber todos os pormenores.
 
Deixo-vos a sinopse para aguçar a vossa curiosidade.
 
Sinopse
Quem é a mulher fantástica? É toda aquela mulher que ao longo da vida consegue ser extraordinariamente bonita e feminina? Que é boa esposa, uma fogosa amante, a namorada exemplar? Ou a super-mãe, a amiga verdadeira e ainda a que consegue ser a melhor profissional no seu local de trabalho? Essencialmente, neste livro, descobrimos que é a mulher que pelo menos uma vez na vida já amou, já se sentiu amada mas também aquela que um dia sofreu por amor. Em suma, a Mulher Fantástica, mesmo que ainda oculta, são todas e cada uma das mulheres que somos e conhecemos.
 
Não pense que este livro se destina exclusivamente ao sexo feminino: ele pode até ser muito útil aos homens. Aqui encontrará pistas para compreender porque choram as mulheres por nada, ou porque sorriem sem razão aparente, ou até porque razões dizem “não” quando querem dizer “sim”.
 
As vozes deste livro são as mulheres fantásticas com quem nos cruzamos diariamente, que fazem (ou fizeram) parte da nossa vida, com as suas histórias, emoções, encantos e desencantos. A autora assume-se protagonista em alguns destes desabafos e transporta-nos ao sentimento que transborda nos rostos de onde caíram lágrimas, à fonte de luz em olhos que brilharam de alegria, ao desacerto de corações que bateram descompassados num momento determinado da sua vida.
 
Um blogue (http://aspalavrasnuncatedirei.blogs.sapo.pt) foi a forma que a autora encontrou para exorcizar as suas vivências e imaginação, e onde, de algum modo, pressentiu que outros corações se poderiam rever e querer contribuir através dos seus pontos de vista, como se de um exercício de pintura emocional colectiva se tratasse. A participação que daí adveio superou as suas expectativas: no decorrer de um ano e meio, diversos prémios atribuídos, para cima de 415.000 visitas e um número elevado de participações, comentários, desafios, confidências, desabafos, amizades, semelhanças e diferenças.
 
Há momentos em que um livro não chega para expressar tudo o que vai dentro de nós, não é suficiente para obter respostas às nossas perguntas ou para acalmar as nossas preocupações. Um virar de página não chega para uma vida que se quer nova ou, pelos menos, diferente.
 
Quantos (quantas?) haverá que sentem, como a autora, aquele formigueiro insistente na pele sensível da alma, apaziguada apenas pelas palavras que brotam em corrente incontida dos nossos lábios? São palavras que queimam por dentro e que têm razões próprias que muitas vezes escapam à nossa racionalidade culturalmente moldada, que se insinuam em cada gesto, que se erguem das nossas memórias e pintam os desejos de cores que só existem na escrita. Mas estas palavras ambicionavam ser mais que palavras: constituíam-se como um manifesto de partilha e de questionamento pessoal numa libertação pública catártica, num convite expresso e à urgente libertação de todos os que passavam naquele blogue.
 
Porquê um livro, agora? Porque os visitantes do blogue assim o pediram insistentemente e porque nestes textos se reconhecia a capacidade desta substância poder ocupar duas formas: o blogue e o livro. Mulher Fantástica é uma mulher em forma de livro, e este livro é para si.


 

Do Blog ao Livro

por aspalavrasnuncatedirei, em 02.06.08

  

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Quando o discipulo estiver pronto o Mestre aparece”. Esta foi sempre a máxima que tive em mente no que diz respeito à publicação dos textos do blog. Com muita frequência os meus visitantes diziam que eu deveria transformar os posts em páginas de um livro, ao que sempre respondi que esse era um dos sonhos que tencionava, um dia, poder vir a realizar. Pois é, meus amigos da blogosfera, parece que esse dia finalmente chegou e o meu coração já não cabe no peito de tanta felicidade. Recentemente recebi a visita de uma Coordenadora Editorial que me disse que gostava da forma como escrevia e deixou nos comentários o seu endereço electrónico para a poder contactar. Foi com as mãos a tremer que lhe enviei o e-mail com os meus dados, foi com a voz embargada que marquei a reunião e foi com os olhos a brilhar que ouvi o «-Sim, vamos publicar». Agora estamos na fase da operacionalização deste projecto, por isso um dia destes terei o prazer de vos convidar para o lançamento do livro. Não posso deixar de agradecer às inúmeras pessoas que diariamente passam por aqui e me deixam os seus comentários, os seus elogios ao que escrevo e retribuir-lhes esse carinho. A vossa simpatia fez sempre com que a minha vontade de escrever fosse maior, e o vosso incentivo nunca me fez deixar de editar posts. A todos, de coração, o meu muito obrigada. I feel good - James brown

Cinco Sentidos

por aspalavrasnuncatedirei, em 24.02.08

 

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Primeiro foram os olhos que te trouxeram até mim. Devagar… devagarinho surgiste tu, vindo do nada e ocupando de forma avassaladora a tela da minha vida. Olhei-te. Observei-te. Admirei-te. Apreciei-te. Entraste-me na retina e não mais de lá saíste. Depois ouvi-te... Não foram palavras que escutei, foram acordes de harpa que fizeram retinir todas as campainhas do meu corpo, que embalaram as minhas células numa valsa de saltos altos à luz da Lua. Inalei-te… A que cheiras tu, meu amor? Que aroma é esse que se desprende de ti e como um néctar dos deuses me envolve nessa tua sedução. Que fragrância o teu corpo emana que se evapora para o meu corpo e que deixa a tua presença em mim? Toquei-te…que textura tem a tua pele? Não é seda, porque esta é magnífica e fria e o teu corpo é maravilhosamente quente. Não é linho, porque este é sublime e áspero e tu és sublimemente macio. Provei-te… no teu beijo há a luxúria do mais glamoroso vinho, há o requinte do mais caro champanhe, há a doçura da mais delicada sobremesa. Senti-te… e da troca de olhares, no gosto dos beijos, no toque de peles, no aroma dos corpos suados… apaixonei-me…

 

 

Ainda te lembras?

por aspalavrasnuncatedirei, em 12.07.07

 

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Ainda te lembras daquele fim de tarde? Daquele em que, exausto, te abandonaste na cadeira de baloiço da varanda e eu, com dons de Fada, decidi libertar-te do cansaço, soltar as amarras de todos os teus problemas e dar uma ordem de despejo a todas as tuas preocupações? A atmosfera era envolvente… o Sol escondia-se timidamente no Horizonte. O Vento afastou-se para não nos incomodar mas emprestou-nos a sua Brisa, suave o suficiente para fazer ondular o meu cabelo e arrefecer o teu corpo suado. Ainda te lembras? Preparei um café (exactamente como gostas… muito forte e muito quente, acertei?), acompanhei-o do teu melhor Whisky e ainda te presenteei com um bombom. Os teus olhos baços lentamente começaram a ganhar brilho e as tuas pestanas interrogativas prenderam-se nos meus movimentos. Estiraste o corpo… saboreaste lentamente cada gota do néctar que te oferecia misturado com as gotas dos meus beijos, numa mistura doce e quente de prazer. Massajei-te lentamente os pés, com os dedos húmidos de creme, deixei que as minhas mãos trilhassem as tuas pernas (desavergonhadamente, ainda te lembras?). Encontrei-te numa manifestação de virilidade e desejo que me fez demorar e prolongar cada movimento para te incendiar de prazer. Deitei-me sobre ti. Olhos nos olhos (sabes que adoro olhar-te nos olhos, ainda te lembras? Desembrulhei o papel do bombom, da mesma forma que me desembrulhei do cetim da camisa de noite e prendi-o, insinuante e sedutora, no meio da minha boca. Lentamente…muito lentamente… deixei que o bombom desenhasse no teu pescoço, no teu peito, na tua barriga, em todo o teu corpo, um fio de desejo e chocolate (e enquanto o bombom derretia em açúcar, nós derretíamos em mel, ainda te lembras?). Trinquei com prazer o bombom e dividi-o contigo num beijo apaixonado. Ainda te lembras?


 

Mergulho no Mar

por aspalavrasnuncatedirei, em 29.06.07

 

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Vagueava pela marginal quando os meus olhos repararam em ti. Estavas sentado à beira mar, perdido nesse teu mundo que fechas a sete chaves e onde não deixas ninguém entrar. (Pensarias em mim?) Lentamente fui ao teu encontro. Naqueles metros de areia que nos separavam revivi toda a nossa história. Todos os altos e baixos, os sorrisos e as lágrimas. Parei ao teu lado ignorando a tua presença e permiti aos meus olhos um mergulho na imensidão do mar. Senti o teu olhar incrédulo, as dúvidas que te assolaram naquele instante, as perguntas que calaste e as emoções que enterraste nos grãos de areia. Dei um passo e coloquei-me à tua frente. Nada disse, nada ouvi. Lentamente… desapertei, uma a uma, as sandálias e deixei-as cair. Levei as mãos ao pescoço e soltei o nó do meu vestido que desmaiou aos teus pés, desvendando-te o meu corpo alvo. Retirei o gancho do cabelo e deixei que os caracóis caíssem em cascata sobre os meus ombros nus, sobre o meu peito. A nossa troca de olhares era cada vez mais intensa, os nossos olhos diziam por nós tudo o que a boca calava, tudo o que o corpo pedia. Virei-me de costas e dirigi-me à beira mar. «-Que noite mágica.» (Recordo-me de ter pensado). Na água o reflexo de uma Lua Nova salpicada pelo brilho das estrelas. Ao meu lado a minha silhueta esguia e nua, atrás de mim, imóvel, sentado na areia… Tu. (Em que pensavas? Que desejos e imagens povoaram o teu pensamento?) Mergulhei. Senti o mar gelado a arrepiar-me a pele mas foi uma sensação breve porque naquele instante os teus lábios desprenderam-se da tua boca e vieram saborear o sal do meu corpo, aquecendo-o rapidamente. As tuas mãos, soltaram-se dos teus braços e vieram afagar o meu corpo molhado de mar e de amor. A tua alma, desprendeu-se do teu corpo e mergulhou em mim num momento indescritível de prazer. Depois, cheia de vida e de amor, renovada pelo mar e por ti, saí devagarinho…deixei que as ondas me levassem carinhosamente à tua presença. Novamente ali estava eu, nua à tua frente. Desta vez, dos fios do meu cabelo soltavam-se gotas de cristal que caíam sobre ti e te arrefeciam os desejos e o meu corpo pingava de amor por ti. Vesti-me em silêncio e a roupa molhada colou-se ao meu corpo numa intimidade que deveria ser tua. Coloquei-te docemente nos lábios um beijo salgado e fui-me embora… feliz… convicta de que o nosso amor é alquímico e que o meu mergulho no mar foi mais uma prova de que posso fazer amor contigo… sem nunca te tocar.
 

Cascata Mágica

por aspalavrasnuncatedirei, em 18.06.07

 

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«- Vou levar-te a um lugar mágico.» Disseste com aquele teu sorriso que me desarma e com a certeza de quem conhece todos os cantos do mundo. Não duvidei, como poderia duvidar? Apenas confiei e deixei-me guiar. Cada momento contigo, cada lugar, ganhava um brilho especial, apenas e só, porque estávamos juntos. Atravessámos um bosque, que parecia encantado, acompanhados pelo chilrear dos pássaros, pela brisa quente de um final de tarde, e pelo murmurar longínquo de uma queda de água. Parámos, aqui e ali, apenas para nos reabastecermos de beijos, carícias, olhares cúmplices e para trocar juras de amor. O fresco borbulhar do regato, que se adivinhava mais do que se via, era interrompido, a espaços, por raios de sol quentes que se colavam à nossa pele justificando a tua promessa. A magia acompanhava-nos desde o instante em que me deste a mão e disseste: “-Vem, é por aqui.”  No fim desse caminho secreto, onde percorreste, não só a minha alma, como também os meus lábios, de uma forma que só tu sabes fazer, colocaste-te à minha frente, agarraste-me o rosto com as mãos, e murmuraste com voz doce, aumentando ainda mais a minha curiosidade: “- Fecha os olhos!”  De olhos fechados, de mãos dadas contigo, percorri os últimos 5 metros e deliciei-me com o som da água a cair. “- Podes abrir!”  disseste.  De repente, as árvores que nos escondiam, abriram os braços, e à minha frente, majestosa e deslumbrante, surgiu uma imponente cascata. Mágica de facto, e nesse instante tantas emoções transbordaram em mim: alegria, deslumbramento, um medo terrível de te perder, a tristeza de um dia ter de partir…. O tempo parou, a vida ficou suspensa, só existíamos nós dois, o pôr-do-sol alaranjado, e aquela cascata. Ao chegar à praia deserta, tirei o meu vestido como se estivesse na intimidade de um quarto, que o mundo reservou para nós dois, feito de areia e mar, de brisa e sol, de magia e realidade. Suavemente, deixei que o vestido descobrisse os contornos do meu corpo, que te tinha prometido ao longo do caminho, deixei que sentisses que a minha pele estava sedenta dos teus lábios e do toque das tuas mãos. Olhaste-me intensamente e, no brilho dos teus olhos, li o quanto me desejavas. Avançaste lentamente, sem nunca desviar o olhar, e eu, a sorrir, recuei passo a passo, para despertar ainda mais o prazer dos teus sentidos… ou seria dos meus? Deixei que a cascata acalmasse o calor da minha pele… “- Vem…” balbuciei, sabendo que eu era o teu território, ávido por ser explorado, e nós dois juntos, formávamos a magia daquele lugar. “-Vem…”. Insisti. Riste-te, com um sorriso iluminado e ganhaste tempo. Então, maliciosamente, sem nunca desviar os meus olhos dos teus, tirei o meu bikini como quem coloca o ponto final numa doce discussão... Quando te aproximastes, sabia que te queria, sabia que me querias. Deixei de ver a silhueta do teu corpo e, na água apenas vi reflectida a Lua que acabara de chegar. Não te vi, mas senti-te. Os teus lábios quentes percorreram as minhas pernas, a minha barriga, o meu peito, vieram à tona e submergiram novamente, mas desta vez, na minha boca, ao mesmo tempo que um arrepio percorria rapidamente todo o meu corpo e me deixava abandonada em ti. O beijo que me deste, envolvente, com uma mistura de açúcar e sal, levou-me ao céu, mostrou-me as estrelas, e depositou-me devagar os entalhes feitos à medida do teu corpo. Naquele instante, fomos um só, haverá melhor magia que esta? Fizemos amor devagar “- Donos do tempo!” - recordo-me que disseste, olhos nos olhos, numa comunhão perfeita de “ser”, “estar” e “querer”, testemunhados pela cascata, iluminados pelo luar, alimentados por um amor que há tanto tempo se fazia esperar e que agora, finalmente, se cumpria.
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Why Not?

por aspalavrasnuncatedirei, em 19.05.07

  

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O ilustre bloguista de http://why_not.blogs.sapo.pt/ desafiou-me para criar um post a partir do título do seu blog. Depois de muito aguardar pela musa da inspiração, e tendo em conta que não queria fugir ao tom do meu próprio blog, deixo-vos o resultado final.

 

E porque não… esquecer o que ficou para trás e começar do zero, falar menos mas decididamente escutar mais? E porque não… esquecer-me dos teus defeitos e tu dos meus, aprendermos lentamente a viver um com o outro sem exigências, sem desculpas, sem nos magoarmos? E porque não… esquecer o passado, ignorar o futuro e simplesmente aproveitar este instante mágico que a realidade nos oferece? E porque não… perder o medo da vida e acreditar que o amor que sentimos é suficiente para vencer todas as dificuldades? E porque não… olhar-te nos olhos, dizer que te amo, que preciso de ti, que a minha pele sente a falta da tua, que as minhas mãos anseiam por se perder na suavidade dos teus dedos, que a minha boca suspira por se entregar à tua, que o meu beijo só se cumpre, no sumo do teu beijo e que o meu corpo grita desesperado, num desejo mudo, de se fundir no teu… e porque não… ???

 

 

 


 

 

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