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aspalavrasnuncatedirei

Há palavras que nunca chegam ao destino...fazem uma longa e amarga travessia pela solidão dos sentidos e morrem na escrita destas crónicas.

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Há palavras que nunca chegam ao destino...fazem uma longa e amarga travessia pela solidão dos sentidos e morrem na escrita destas crónicas.

A Profecia Celestina

por aspalavrasnuncatedirei, em 01.02.07

 

Para Sandra Caracol

 

Há pessoas que surgem na nossa vida, por alguma razão que desconhecemos, mas sentimos que de alguma forma estamos ligados a elas, ou que pelo menos já estivemos, nesta ou noutra vida.

Todos nós já tivemos aquela sensação de dejá vu, aquele pressentimento que já estivemos com aquele ser em algum lado.

 

Quando nos conhecemos foi assim. Rapidamente encontrámos uma série de afinidades, partilhámos algumas confidências, que nem os amigos mais próximos conheciam e, continuamos aqui , para nos apoiarmos mutuamente.

 

Contigo, senti que as palavras de James Redfield encaixavam na perfeição «Quando alguém se cruza no nosso caminho, traz sempre uma mensagem para nós. Encontros fortuitos são coisa que não existe. Mas o modo como respondemos a esses encontros determina se estamos à altura de receber a mensagem ».

 

Fica a sugestão de leitura, este é um daqueles livros que aparece uma vez na vida para mudá-la para sempre.

James Redfield


A Profecia Celestina

Marco incontornável para quem se interessa pelas questões metafísicas, A Profecia Celestina descreve o processo de descoberta espiritual do narrador, à medida que este vai tendo acesso às nove revelações de um antigo manuscrito encontrado no Peru. Ao mesmo tempo, A Profecia Celestina é um guia para o leitor, que vai transportando essas mesmas revelações para a sua própria vida e caminhada espiritual.

A Primeira Revelação alerta para as ditas “coincidências” que acontecem na nossa vida e às quais, muitas vezes, não ligamos. Ou, pelo menos, não prestamos a devida atenção. Redfield deixa-nos suspensos no mistério, cheios de curiosidade mas com a noção exacta de que não existem acasos. O primeiro passo para a descoberta espiritual, diz ele, passa por tomar consciência de que grande parte dos mistérios do Universo se manifestam no nosso quotidiano.

A Segunda Revelação contextualiza a nossa consciência no seu período histórico, fazendo com que a nossa visão sobre o Homem, Deus e o Universo se insira num continuum, num todo. Redfield ajuda-nos a perceber que o nosso olhar sobre o futuro tem de partir da compreensão do passado e presente.

A Terceira Revelação parte da beleza e, a partir dela para percebemos que tudo é energia no Universo. Redfield explica que todo o Universo tem por base um campo de energia que emana de todas as coisas e seres, incluindo naturalmente o Homem. A compreensão desta Revelação passa pela visão desse mesmo campo de energia e essa capacidade começa por desenvolver uma sensibilidade acrescida à beleza.

A Quarta Revelação diz que  alimentar a energia é essencial para fortalecer a nossa relação com os outros e connosco próprios. O Universo é alimentado por uma imensa fonte de energia, da qual, no entanto, os homens e mulheres se foram desligando, caindo num estado de carência e fraqueza. Dado que essa energia se tornou um bem escasso, os seres humanos são obrigados a competir uns com os outros para a recuperar.

A Quinta Revelação procurar alternativas é o que nos resta quando tomamos consciência de que as relações humanas estão enfraquecidas pelas lutas de poder e pelas ligações ‘vampirizadas’, tão frequentes nos dias que correm.

A Sexta Revelação desvenda o papel da experiência mística no processo de descoberta espiritual. Explica que temos que abandonar os nossos comportamentos de controle de poder e resistir à tentação de sugar a energia dos outros. Chegou a altura de despertar para quem realmente somos, de alinhar com a nossa verdadeira natureza, de encontrar o nosso lugar no mundo para podermos.

A Sétima Revelação observar e conhecer a nossa própria mente é uma aprendizagem. Ensina a fazê-lo em busca de novas ideias e pensamentos que devemos questionar, enquadrar e tentar compreender no contexto da nossa existência. Esta Revelação coloca-nos no fluxo da evolução, integrando todas as revelações numa única forma de estar.


A Oitava Revelação do manuscrito peruano que é o ponto de partida para toda esta aventura da Profecia Celestina, mostra que as relações amorosas são muitas vezes manifestações de co-dependência, porque criam a ilusão de que se pode ser uma pessoa completa “a meias”, isto é, enquanto casal.

 Laurinda Alves (texto adapatdo)

 

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